Há tão pouco que valha tanto. E tanto que vale tão pouco.
Escolher nunca é fácil. Por vezes é necessário. Outras vezes inevitável.
Há um direito natural à destruição. De nós, de quem está connosco, das memórias que criámos, do futuro que esperámos.
Há um direito natural à criação de uma nova mentalidade, de novos objetivos, de novas expectativas.
Deitar fora o velho e deixar espaço para o novo.
A escolha é um sacrifício. É um risco. Uma responsabilidade. Optar é sempre difícil e necessário, chegado o momento.
Escolher é inevitável. Errar também. Erro e escolha vêm juntos. Sem escolha não há erro. É natural. É lógico. E é trágico, porque todos os dias escolhemos e nem sempre acertamos.
Faz-me lembrar da 1.ª lei de Murphy: «Se alguma coisa puder correr mal, vai correr mal».
E nós somos evidência da 2.ª: «De todas as coisas que possam correr mal, a pior de todas é que vai ocorrer».

Sem comentários:
Enviar um comentário