domingo, janeiro 26, 2014

Há tão pouco que valha tanto. E tanto que vale tão pouco.

Escolher nunca é fácil. Por vezes é necessário. Outras vezes inevitável.

Há um direito natural à destruição. De nós, de quem está connosco, das memórias que criámos, do futuro que esperámos.

Há um direito natural à criação de uma nova mentalidade, de novos objetivos, de novas expectativas.

Deitar fora o velho e deixar espaço para o novo.

A escolha é um sacrifício. É um risco. Uma responsabilidade. Optar é sempre difícil e necessário, chegado o momento. 

Escolher é inevitável. Errar também. Erro e escolha vêm juntos. Sem escolha não há erro. É natural. É lógico. E é trágico, porque todos os dias escolhemos e nem sempre acertamos.

Faz-me lembrar da 1.ª lei de Murphy: «Se alguma coisa puder correr mal, vai correr mal».

E nós somos evidência da 2.ª: «De todas as coisas que possam correr mal, a pior de todas é que vai ocorrer».

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