domingo, dezembro 24, 2006

Nunca me senti tão só como hoje, tão desamparado de conforto, de amizade, de paixão. Sou a metade de um vazio absoluto que só em fantasias consigo preencher.

Porque este mundo não é o meu. Nunca assim o senti, nunca lhe ganhei direito, um intruso sou naquilo a que aspiro para mim, para os outros. Formas vazias desencontradas desta alma em tormentosa escravidão e assim perdido, espero e desejo com os últimos sopros da vida em mim: "Não me deixes falhar. Por favor, não me deixes falhar...".



quinta-feira, dezembro 21, 2006

"É a nossa luz, não a nossa escuridão, o que mais nos assusta."

Faz hoje um ano. Um ano passado desde a tua doce vontade de mudar por nós, mudar um ano de soluços, de passos lentos em vitórias e insucessos.
Faz hoje um ano. Um ano passado desde que despertei com tons de rosa, a tua cor mais profunda, mais mansa entre os mundos a que pertenceste e te deixaram partir.

És tu ainda quem me sustem a respiração, quem me faz mergulhar nos meus mundos perdidos e ressurgir.
 
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