Desta pena que sou,
letras fugazes e repentinas,
entre ecos e rios e ondas e ar
juntos de novo ao mundo
deixado ficar
apertado na história
do teu rosto e beleza desigual,
em que cada segundo
parou e te viu voltar
deixou o tempo de correr,
e quieto, o mundo,
desapareceu, para
que nem o tempo
ou eu, te visse partir
segunda-feira, junho 09, 2008
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