terça-feira, maio 29, 2007

segunda-feira, maio 28, 2007

a bit of me to someone new



the perfect words never crossed my mind,
'cause there was nothing in there but you,
I felt every ounce of me screaming out,
but the sound was trapped deep in me,

all I wanted just sped right past me,
while I was rooted fast to the earth,
I could be stuck here for a thousand years,
without your arms to drag me out,

there you are standing right in front of me
there you are standing right in front of me
all this fear falls away to leave me naked,
hold me close cause I need you to guide me to safety

no I won't wait forever
no I won't wait forever

in the confusion and the aftermath,
you are my signal fire,
the only resolution and the only joy,
is the faint spark of forgiveness in your eyes,

there you are standing right in front of me
there you are standing right in front of me
all this fear falls away to leave me naked,
hold me close cause I need you to guide me to safety,

there you are standing right in front of me
there you are standing right in front of me
all this fear falls away to leave me naked,
hold me close cause I need you to guide me to safety,

no I won't wait forever
no I won't wait forever

sexta-feira, maio 18, 2007




embala-me a noite

passeando nesta dança fugaz

perto ou longe viajo sempre

entre os mundos e sonhos que traz

quinta-feira, maio 17, 2007

terça-feira, maio 08, 2007

de novo às escuras, num retrocesso contínuo, preso neste tempo circular, nas mesmas tragédias pessoais, no mesmo romance que paira suspenso no ar. por que sinto sempre que ainda me lês? por que sinto que não faz sentido abandonar?

the perfect words never crossed my mind cause there was nothing in there but you, e hoje revivo-as num inferno dantesco, num purgatório de ausência, no tormento de uma saudade. nasce da certeza de nunca te ver, de nunca te substituir e não te poder deixar partir. não te deixo morrer nem morro eu também.

The perfect words never crossed my mind
Cause there was nothing in there but you
I felt every ounce of me, screaming out
But the sound was trapped deep in me

All I wanted, just sped right past me
But I was rooted fast to the earth
I could be stuck here for a thousand years
Without your arms to drag me out

In the confusion, and the aftermath
You are my signal fire
The only resolution and the only joy
Is the faint spark of forgiveness in your eyes

domingo, maio 06, 2007

acorda-me de manhã,
quando o ar é frio
e la fora o mundo nos aperta
contra o lençol e parede deserta

acorda-me de novo.

sábado, maio 05, 2007




This is the way you left me,
I'm not pretending.
No hope, no love, no glory,
No Happy Ending.
This is the way that we love,
Like it's forever.
Then live the rest of our life,
But not together.

Wake up in the morning, stumble on my life
Can't get no love without sacrifice
If anything should happen, I guess I wish you well
A little bit of heaven, but a little bit of hell

This is the hardest story that I've ever told
No hope, or love, or glory
Happy endings gone forever more
I feel as if I feel as if I'm wastin'
And I'm wastin' everyday

This is the way you left me,
I'm not pretending.
No hope, no love, no glory,
No Happy Ending.
This is the way that we love,
Like it's forever.
Then live the rest of our life,
But not together.

2 o'clock in the morning, something's on my mind
Can't get no rest; keep walkin' around
If I pretend that nothin' ever went wrong, I can get to my sleep
I can think that we just carried on

This is the hardest story that I've ever told
No hope, or love, or glory
Happy endings gone forever more
I feel as if I feel as if I'm wastin'
And I'm wastin' everyday

This is the way you left me,
I'm not pretending.
No hope, no love, no glory,
No Happy Ending.
This is the way that we love,
Like it's forever.
Then live the rest of our life,
But not together.

A Little bit of love, little bit of love
Little bit of love, little bit of love
A Little bit of love, little bit of love
Little bit of love, little bit of love

I feel as if I feel as if I'm wastin'
And I'm wastin' everyday

This is the way you left me,
I'm not pretending.
No hope, no love, no glory,
No Happy Ending.
This is the way that we love,
Like it's forever.
To live the rest of our life,
But not together.

sexta-feira, abril 20, 2007

amor sem tempo eu amei
em vontade me destruí
amei tudo o que senti
pela tua morte morri tambem

fiquei perdido no mundo
deixado desencontrado de paz
sou hoje apenas um rumor
sou de mim o que ficou pra trás

onde perdi o amor que vivi
onde deixei, deixe-te para mim
e hoje nao sou mais que um sinal
daquela vida que perdi
só em aparência banal.

sábado, fevereiro 10, 2007

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Acordo nesta manhã tão plena e cheia de luz,
Dum sono tão profundo e desolador.
Mas este mundo inteiro, dizem, é só esplendor:
Já ouço o universo que fala e me seduz....

E mergulho de cabeça no mar ondulante
Atravesso de rasgão a onda
A espuma revolta, o reflexo brilhante
De novo mergulho e volto à tona

Deixei já pra trás os olhos cerrados
De frente ergo o queixo, encaro a imensidão,
Como, do navio, o faz a proa,
Perco o pé e a maré teima em puxar.

Nado e venço-a na sua missão.
Porque hoje não afunda quem não sabe nadar,
E de si só naufraga quem não chega a tentar.

domingo, janeiro 07, 2007

quem fui perdi-me assim,
descoberto estou em tudo quanto senti,
restas-me, a tua certeza
a transbordante beleza

ficarei como era, aguardando
quem sabe, nova vida,
um novo despertar

esperarei anos e séculos
eras passarão e aqui estarei
e tu, tu virás um dia,
resgatar-me da paixão
para um novo entardecer,
um outro pôr-do-sol sobre o mar

domingo, dezembro 24, 2006

Nunca me senti tão só como hoje, tão desamparado de conforto, de amizade, de paixão. Sou a metade de um vazio absoluto que só em fantasias consigo preencher.

Porque este mundo não é o meu. Nunca assim o senti, nunca lhe ganhei direito, um intruso sou naquilo a que aspiro para mim, para os outros. Formas vazias desencontradas desta alma em tormentosa escravidão e assim perdido, espero e desejo com os últimos sopros da vida em mim: "Não me deixes falhar. Por favor, não me deixes falhar...".



quinta-feira, dezembro 21, 2006

"É a nossa luz, não a nossa escuridão, o que mais nos assusta."

Faz hoje um ano. Um ano passado desde a tua doce vontade de mudar por nós, mudar um ano de soluços, de passos lentos em vitórias e insucessos.
Faz hoje um ano. Um ano passado desde que despertei com tons de rosa, a tua cor mais profunda, mais mansa entre os mundos a que pertenceste e te deixaram partir.

És tu ainda quem me sustem a respiração, quem me faz mergulhar nos meus mundos perdidos e ressurgir.

quinta-feira, novembro 09, 2006

quarta-feira, novembro 08, 2006

se eles aceitassem que o que mostro não é um estado em que me encontro mas um reflexo do que sou então talvez conseguissem aceitar sem preocupações de coerência tudo o que eles próprios são.

é que na própria liberdade do que somos encontramos a possibilidade de sermos incoerentes se alguma lógica nisso descobrirmos.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Não me dás a razão da minha espera, mas ainda assim continuo a esperar, por algum sinal encantado que desça à terra, vindo do céu, que me faça de novo acordar.
Perdi nos entretantos das vontades de fazer para não estar sem fazer, de criar para não sentir a inutilidade do que sou. Perdido o propósito de se sentir, enegrecidos os votos de esperança que repetimos a cada manhã na adolescência, vencidos e arrasados nas lembranças que nem se chegaram a construir. Restam as ilusões do que apenas existe na nossa cabeça, imagens projectadas pela mente à mente. Sorrisos imaginários em situações hipotéticas, derrotadas pelos dias que correram e correm, do passado para o futuro e não ao contrário.
Gostava de viver nesse mundo onde a espectativa morasse em tudo o que já aconteceu, onde cada extremidade do nosso corpo vibrasse à ideia do que já viveu e onde cada pessoa importa no que foi e não na expetactiva do que se pudesse vir tornar. Seria um mundo mais feliz, esse, que habito em sonhos de regresso. Lá costumava ter um lar que me alimentava com a sua a minha alma, o meu corpo, o meu espírito. Lá via-me todo, na plenitude de uma vida, que não devia surgir tão depressa, com tanta facilidade, com tanta robustez e intensidade. Prontos para rasar o mundo com a força de quem não se pode derrubar. Arrogância esta, da patética presunção de eternidade, da violência das paixões que consomem e alimentam um corpo inerte, desprovido de utilidade.
Gostava de encontrar de novo um pouco do que fui, por ti e por mim, pelos tempos que passei a aprender, a receber de ti tudo o que tinhas para dar. Tirei por ventura mais que aquilo que voltei a pôr. Mas dizias que não e entre nós os silêncios umas vezes eram ouro, outras eram incómodo absoluto por tanto que queria ali explodir e sempre acabei por conter. Sentir em palavras meias, viver por palavras meias, por sentimentos inacabados, por pedaços incompletos. Histórias e pensamentos começados, afinal confessados em tudo o que viamos nesses olhos que se olhavam e tentavam descobrir.
Onde fica afinal a casa para onde devia seguir?
Deixei nas tuas mãos
Parte de mim que perdi,
Parte que de mim se perdeu.

Repousa agora em ti,
Repousa agora para ti,
O que disse, o que pensei,
Parte do que sonhei.

Sonho, meu sonho de ti,
Sonho que guardo em mim.
Sonho que por ti sonharei.

domingo, outubro 29, 2006

Perco-me todos os dias mais um pouco para lugares sem regresso. Ouço esta música que diz you have everything you need if you just believe e deixo-me transportar até ao meu outro eu que deixei cair em nome da promessa de nunca me deixar vencer. Todos os dias são dias de luta e de luto também. Nem sempre te deixo vir assombrar-me com as memórias de uma vida tão distante que a julgo irreal, extraída dos meus sonhos mais profundos, das minhas esperanças mais vãs. Ouço-te na escuridão das minhas noites, no despojamento dos meus sonhos. Aí te encontro por momentos tão breves e enevoados, trazidos para este mundo de falsas paixões pelo limiar de um despertar. Costumavas vir vezes sem conta nesses tempos de agonia e desconforto, fazer-me acreditar por breves momentos que nos sonhos vivíamos a vida a que tínhamos direito em vez do remorso da espera.

Quando te vi? Quando te verei? Será que alguma vez te amei? Nem te vejo inexistente, na ausência de sentidos, de vontade, e perco a minha alma para as deambulações eternas da compreensão da tua ida. Presa à dúvida insolucionável de saber se vivo porque espero ou se vivo porque vivi ou se vivo por viver.

* * *

I lose myself everyday a little further to places there's no return. I listen to this music saying «you have everything you need if you just believe» and I let myself be carried away to my other self, that self I left behinde to fell down for the promise of ever letting myself be defeated. Everyday is a struggle journey and a journey for mourn as well. Not every time I let you to come and hunt me with memories from some such distant life I can barely remember how real it had been, brought back from my deepest dreams, from my hopeless hopes. I hear you in the darkness of my nights, by the frailty of my dreams. There I can find you for such brief and misty moments, brought to this world of false passions through the glimpse of the awakening. You used to come countless times in those moments of disbelief and distrust, making me believe for such a short moment in time we were living the life we were rightful owners to live instead of the regret of waiting in vain.

When did I see you? When will I look upon you as before? Have I ever loved you? Neither I can imagine you inexistent, nor in the absence of sensibility, nor desire, and I even lose my soul for those eternal wanderings of the understanding of your departure. Stuck to the endless doubt of knowing whether I live for the waiting, whether I live for the life I lived before, whether I live for living, just for living... .

quinta-feira, outubro 05, 2006

You, who make my life brilliant and worthy...

I don't know why
But I cant seem to find the right melody today
I can't make the words fit how I feel
I don't know when
Was the last time that I slept the whole night through
And when morning comes around I feel tired

I woke up from the strangest dream
With a dancing dog and a beauty queen
They said nothing, nada, niente
I'm empty


But Your here and I'm here
So I stop complaining it could be raining
And I see the answer in your eyes
Your here and I'm here
I keep on singing just keep on singing
Singing

Do you know why
I cant seem to find the right melody today?
Can't make the words fit how I feel
Do you know when
Was the last time that I slept the whole night through?
Another morning comes around, I feel tired

I drive down to the rodeo
Gonna ride a bull in a video
But nothing, nada, neiente.
I'm still empty

But your here and I'm here
So I stop complaining it could be raining
And I see the answer in your eyes
Your here and I'm here
I keep on singing just keep on singing
Singing singing singing

Neste dia costumava acordar para me sentir especial.
Hoje acordo para me sentir especialmente normal.
 
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